domingo, 18 de abril de 2010
Serra se mantém à frente em pesquisa Datafolha
Levantamento foi feito cinco dias após lançamento da candidatura tucana
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado aponta que o candidato José Serra (PSDB) permanece à frente da adversária Dilma Rousseff (PT) na corrida à Presidência da República. No primeiro levantamento realizado depois do lançamento da campanha de Serra, no dia 10, ele aparece com 38% das intenções de voto, enquanto Dilma alcança 28%.
Publicada pelo jornal Folha de S. Paulo neste sábado, a pesquisa foi realizada na quinta e na sexta-feira. Ela mostra um pequeno crescimento de ambos em relação aos últimos levantamentos: no final de março, Serra tinha 36% dos votos, e Dilma, 27%. Estatisticamente, não indica variação, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Pela primeira vez, os resultados apontam inversão entre o terceiro e o quarto colocados. Mesmo mantendo empate técnico, Ciro Gomes (PSB), que vinha à frente de Marina Silva (PV), foi ultrapassado pela candidata, alcançando 9% das intenções de voto, ante 10% de Marina.
Realizada com 2,6 mil entrevistados de 144 municípios e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 8.383/2010, a pesquisa ainda apurou que 7% dos entrevistados votariam em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem estar indecisos.
No cenário sem Ciro Gomes, amplia-se a diferença entre Serra e Dilma. O tucano fica com 42%, contra 30% da petista.
Em simulação de segundo turno, Serra tem 50%, e Dilma fica com 40%.
Pão de Açúcar e Casas Bahia longe de acordo

À tarde, as discussões prosseguiram entre os advogados e os assessores financeiros. Novos encontros ainda vão acontecer. As Casas Bahia se manifestaram oficialmente pela primeira vez desde que o conflito entre os dois grupos varejistas veio a público. Em uma breve nota enviada à imprensa, a empresa informou que “continua empenhada em manter tratativas visando a preservação dos interesses de seus sócios e de seus mais de 56 mil colaboradores”.
Anunciada em dezembro do ano passado, a união entre Pão de Açúcar e Casas Bahia começou a dar problemas pouco tempo depois. Michael Klein passou a se queixar a amigos de que precisava submeter suas decisões à aprovação de Abilio e que isso o incomodava. Também não gostava de ver executivos do Pão de Açúcar interferindo na gestão das Casas Bahia.
A principal queixa, no entanto, tem base financeira. A família Klein entende que seus ativos foram subavaliados em pelo menos R$ 2 bilhões na operação de fusão.
Um dos maiores empecilhos a um acordo é que, mesmo que o Pão de Açúcar concordasse com tudo que os Klein desejam mudar, o grupo tem limitações por ter capital aberto, com ações negociadas na Bolsa. Mudar o contrato pode dar margem a processos por parte dos acionistas minoritários, que negociaram papéis da companhia durante quatro meses sob as bases do acordo de dezembro.
Há pouco mais de um mês, os Klein contrataram um grupo de advogados e de assessores financeiros para avaliar a situação e rediscutir o contrato. O clima ficou mais tenso nos últimos dias quando Samuel Klein, o patriarca de 84 anos, entrou em cena e ameaçou cancelar a fusão. Por enquanto, os profissionais envolvidos na negociação não enxergam uma solução a curto prazo.
Agência Estado
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Público visita á III Expomix em seu último dia de feira.
Vendas do comércio varejista têm reação

