O novo sistema que está vindo para Minas Gerais foi desenvolvido para contribuir com a gestão empresarial a fim de proporcionar maior organização e potencialização dos processos da empresa, além da diminuição de custos por meio de um sistema com informações integradas e confiáveis.
Dentre os processos que podem ser geridos pelo sistema, estão:
Vendas
Estoque
Financeiro
Faturamento
Força de vendas
CRM – customização de relacionamento com o cliente
Utilizando a este novo sistema você pode também emitir seus Cupons Fiscais, efetuar suas transações TEF, fazer suas emissões de Notas Fiscais Eletrônicas, além de gerar seus arquivos do SPED Fiscal.
No mercado atual é possível encontrar vários tipos de sistemas ERP, mas grande parte deles estão a preços que poucos podem realmente adquirir. Com base nesta informação foi desenvolvido um novo e avançado sistema para atender principalmente pequenas e médias empresas por meio de um baixo custo e oferecimento de um produto de excelente qualidade que se ajusta tanto às necessidades financeiras da empresa quanto às necessidades individuais dos setores.
Cada detalhe do sistema foi cuidadosamente pensado e desenvolvido para torná-lo prático, funcional e visualmente agradável.
A confiabilidade no armazenamento de suas informações é garantida pelo uso do banco de dados que atualmente é líder de mercado no fornecimento de soluções para que as empresas gerenciem, analisem e mobilizem suas informações corporativas.
Para receber mais informações sobre este novíssimo sistema no estado de Minas Gerais, envie um e-mail para adigital_udi@hotmail.comque responderemos suas perguntas.
O guitarrista Cesar Chechi deve vir para Uberlândia em um curto espaço de tempo, algumas bandas já despontam interesse em contratar esse jovem talento da guitarra.
O fantástico exibido neste último domingo (05/05) mostrou que infelizmente ainda acontece preconceito no mundo musical, coisa que em pleno século 21 já deveria ter sido superado ou simplesmente acontecido uma integração de ritmos. Grandes nomes da música já provaram que é sim possível a união de ritmos e estilos musicais, não tendo espaço para distinção ou preconceito musical. A maior prova disso foi o internacionalmente conhecido maestro José Carlos Martins que regeu a Escola de Samba Vai Vai consagrando-a campeã do carnaval de São Paulo em 2011, arrojo, audácia ou uma grande sabedoria e talento para entender que qualquer estilo ou ritmo é musica e deve ser tratado como tal, respeitando os gostos e preferências de quem ouve e se identifica com diferentes estilos e ritmos musicais.
Do Domingão do Faustão para o Brasil, sucesso no eixo Goiania, SP, MG e RJ. Participação no DVD MR. GYN, um show que mistura POP ROCK - MPB - ROMANTICO E SERTANEJO. Vóz marcante e musicalidade na mesma linha de Ana Carolina e Paula Fernades. Show sucesso de público.
Um tornado de categoria F0 assustou os moradores de Uberlândia no último domingo. Com ventos de 70 a 120 Km/h o minitornado como foi considerado, derrubou árvores e destelhou diversas casas em bairros de Uberlândia. O fenômeno acompanhado de fortes chuvas durou aproximadamente 20 minutos, o suficiente para realizar grandes estragos. Uma pergunta que não quer calar é: Como ficam as afirmações de especialistas que sempre diziam que esses fenônemos nunca iriam acontecer no Brasil?
O apresentador de televisão Clóvis Roberto morreu na tarde desta quarta-feira no Hospital São Matheus, em Cuiabá. Ele estava internado desde o último final de semana vítima de câncer pulmonar.
O apresentador travava uma luta contra a doença há mais de um ano. No início do ano, ele ficou afastado da profissão para se tratar, retornando a apresentar o programa televisivo no mês de maio.
Clóvis Roberto tinha 63 anos e atuava na TV Record Canal 10), onde apresentava o programa policial Cadeia Neles há mais de 13 anos. Na rádio, ele ancorava o programa CBN Cuiabá (Rádio CBN).
Além da comunicação, Clóvis Roberto atuou na militância política. Em 2002, ele disputou uma vaga Assembleia Legislativa pelo PSDB e ficou na suplência. Durante a legislatura, ele assumiu o cargo de deputado por alguns meses. fonte:odocumento
As vendas nos supermercados do país aumentaram 4,83% no mês passado em comparação com o mesmo período de 2009. Na comparação com agosto deste ano, houve queda de 0,55% nas vendas. Entretanto, no acumulado dos nove meses deste ano foi registrada alta de 4,75%. O Índice Nacional de Vendas foi divulgado nesta quarta-feira (27) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na capital paulista.
Segundo o superintendente da Abras, Tiaraju Pires, a tendência é a de que as vendas fechem o ano com crescimento de 5% a 5,2%, número revisado já que a previsão anterior era de 8%. “Revisamos essa projeção porque, pelo andamento do ano, percebemos que os últimos três meses não seriam suficientes para alcançar a projeção anterior”, disse. Mesmo com a redução, Pires ressaltou que o crescimento é expressivo e decorrente de vários indicadores que mostram estabilidade da economia.
A cesta de 35 produtos de largo consumo que compõem o AbrasMercado teve alta de preço de 2,15%, em setembro, na comparação com agosto. E, na comparação com setembro de 2009, houve crescimento de 6,73%. As maiores altas registradas de agosto para setembro, foram carne dianteiro (7,22%), farinha de mandioca (6,98%) e carne traseiro (5,80%). As maiores quedas ficaram por conta da cebola (24,68%), tomate (13,05%) e batata (10,31%).
Para as vendas de Natal, a Abras espera um aumento de 12,54% no faturamento do setor. No ano passado, a expectativa de crescimento nas vendas para o período foi de 7,9%. De acordo com a pesquisa, 52% das empresas contratarão mão de obra temporária para este ano. A estimativa é que 12 mil pessoas sejam contratadas para o final do ano e dessas, 16% devem ser efetivadas.
A maioria dos supermercados aumentou as compras de todos os produtos para o Natal. Lideram a lista a cerveja (15,2% de aumento), o panetone (14,1%), além do refrigerante e do bacalhau (os dois com 13,8%). Os produtos importados também tiverem aumento nas compras com 12,1% nos importados em geral, 11,1% nas frutas especiais e 7,5% a mais nos vinhos.
“Não sei se teremos o melhor Natal de todos os tempos em vendas, mas a expectativa é a de que tenhamos um grande Natal este ano. Com os indicadores do mercado interno se mantendo extremamente positivos, temos tudo para ter um grande dezembro”.
Um grande parte do país o que se viu nas eleições 2010 ocorrida no último final de semana, foi uma verddeira festa de frustração por parte dos caciques da política nacional. Candidatos a Deputados Federais, Senador e Deputados Estaduais, acostumados a procurar estabilidade financeira e vitalícia nos cofres públicos, tiveram uma grande surpresa neste pleito eleitoral.
Mais uma vez o povo brasileiro mostrou a força dos votos, eliminando assim muitos candidatos considerados "corruptos, enganadores da nação, sugadores dos cofres públicos" de assumirem uma cadeira nas esferas estaduais e federais.
Outros candidatos, considerados representantes do povo e de certa forma, um desabafo por tantos desmandos, tiveram uma hiper aceitação e votação nas urnas. Caso do candidato a Deputado Federal Tiririca eleito em SP com mais do que o dobro dos votos do segundo colocado nas urnas. Com isso, provou-se que o povo quer novidades também na política, não aceitando mais que políticos permanecam por diversos mandatos apenas usufruindo do poder, principalmente quando se trata de deputados e senadores. Já para presidente o povo prefere deixar como está, mesmo com uma súbita reagida dos candidatos José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), Dilma (PT) se manteve a frente e garantiu sua ida para o segundo turno que será disputado com o candidato José Serra.
A pergunta que fica no ar agora é: "Como ficarão agora os interesses dos caciques, quem vai apoiar quem, pra que lado seguir as militâncias, já que os interesses são os mesmos, mas a ideologia ainda continua oposta uns aos outros, ou será que com esse segundo turno as cabeças de alguns pensarão da mesma forma?"
Em São Paulo após 11 horas de sessão, o julgamento sobre a Lei da Ficha Limpa no STF (Supremo Tribunal Federal) está empatado, com cinco votos favoráveis e cinco contrários à aplicação imediata da norma já nas eleições de 2010. A Corte decidiu adiar nesta sexta-feira (24) a decisão final no recurso do candidato Joaquim Roriz (PSC) contra seu enquadramento como ficha suja, em razão da ausência de um ministro no tribunal. Assim, Roriz pode continuar na disputa do DF, até que o Supremo se reúna novamente para discutir a questão.
As vendas de material de construção no mercado interno devem crescer entre 10% e 12% em 2011, caso a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais seja mantida, segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Para 2010, as projeções apontam um crescimento próximo de 15% nas vendas. "Devemos até superar um pouco esse patamar", afirmou o presidente da entidade, Melvyn Fox.
Caso a cobrança do IPI retorne, Fox estima uma expansão entre 8% e 10% para as vendas no próximo ano. A desoneração permanece em vigor até 31 de dezembro, mas o setor tem pleiteado a manutenção do benefício definitivamente, além da desoneração total do PIS e Cofins da atividade da construção para obras habitacionais destinadas para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Recentemente, a Abramat defendeu a manutenção da isenção pelo menos até 2014.
"Vamos enviar cartas para o presidente, os ministros da Fazenda, das Cidades, do Desenvolvimento, do Planejamento, da Casa Civil, do Banco Central, do BNDES, além dos candidatos à Presidência explicando os efeitos dessa isenção sobre o setor e sobre a economia", detalhou Fox ao pedir uma intervenção maior e definitiva do Estado na questão.
Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre os efeitos da desoneração, a pedido da Abramat, aponta que entre 2008 e 2009 o valor adicionado da cadeia da construção (o PIB do setor) cresceu 4,5%. Na mesma base de comparação, a receita tributária aumentou 2,5% enquanto a carga tributária recuou de 20,9% para 20,5% do valor adicionado da cadeia da construção.
Impacto da desoneração
Conforme o levantamento da FGV, os investimentos na cadeia produtiva da construção civil - que tem participação de 9,2% na formação do PIB brasileiro - somaram R$ 244 bilhões em 2009. Em 2005, os aportes para o setor somavam R$ 168 bilhões, o que indica uma expansão de 10,3% ao ano. "Isso equivale a uma taxa de crescimento anual 5,2% superior à da variação do IGP-DI no período", acrescentou a entidade em comunicado. Os parâmetros da pesquisa foram levantados a partir de estatísticas atualizadas de associações setoriais, do Ministério do Trabalho e Emprego e do IBGE.
O estudo mostra que a desoneração definitiva do IPI, PIS e Cofins na cadeia da construção resultaria em um aumento de R$ 3,7 bilhões sobre a renda disponível das famílias e empresas (a preços de 2009). Os cálculos apontam ainda para uma elevação de 1,3% no PIB do País em 36 meses, o equivalente a R$ 38,1 bilhões a mais, e uma expansão da mesma dimensão no nível de emprego.
A desoneração teria impacto ainda sobre o consumo das famílias, que registraria acréscimo de 1,6% no mesmo período. Já o consumo de materiais cresceria 2,8%, o correspondente a um avanço de R$ 2,7 bilhões à demanda por materiais de construção. "O resultado líquido após 36 meses seria um crescimento de 1,1% da arrecadação, o que representa um acréscimo de receitas de R$ 331 milhões por mês", conclui o estudo.